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Caros Portugueses

Estão a aproximar-se mais umas eleições Presidenciais.

Os candidatos, mais ou menos, já os conhecemos a todos. Não vou fazer críticas pessoais dado que não é essa a minha intenção com este texto.

Pretendo sim, apelar á vossa consciência, ao vosso coração, aos vossos sentimentos mais nobres para que nas próximas Presidenciais em 2011, não vão votar.

Não queremos um Portugal  hipotecado de eleições em eleições. Queremos mudar o que se está a passar no nosso Portugal, porque ninguém está satisfeito com as condições em que o País se encontra, a não ser os que têm os grandes tachos e fazem panelinhas com o Governo.

Podem dizer: “ mas votar é um direito que conquistámos”. Estão correctos, mas a abstenção também é um direito que nos assiste para demonstrarmos que o problema não está nos candidatos, mas sim no sistema/regime que temos.

É urgente que a abstenção ultrapasse os 51%. De certeza que se levantarão vozes a questionar tal resultado. Não serão só vozes de portugueses, mas sim do resto do Mundo. Vozes de pessoas que querem lutar por um mundo melhor, verdadeiramente livre, onde manteremos a nossa identidade, as nossas tradições, as crenças e a confiança no futuro.

Basta de oligarquias, jobs for the boys e afilhados.

Temos um dos Países mais ricos do Mundo, se bem que nos queiram convencer do contrário.

Vamos devolver Portugal ao Mundo e principalmente aos Portugueses.

Para que isso aconteça, nas Presidenciais, nós não vamos votar!!!!!!!!!

Ana Vinagre

24/06/2010

 A Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.

A Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.

A Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.

A Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.

A Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.

A Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.

A Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.

A Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.

A Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.

A Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.

A Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:

– Todos os portugueses  que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores. 

– Todos os portugueses  vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cuja pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição.

– Todos os portugueses  que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro.

– Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade.

– Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades, territoriais, culturais e humanas.

– Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições.

– Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos.

– Todos os portugueses  que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses.

-Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação.

– Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva.

– Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio.

– Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.

A Nova Cruzada não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal.

– Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação.

– Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa.

– Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios.

– Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política.

– Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica.

– Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade.

– Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante a permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa.

– Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves de limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades.

– Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes… do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos.

– Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social.

– Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens

– Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual.

– Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos.

– Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.

A Nova Cruzada é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo.

A Nova Cruzada é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro.

Serão lutas diárias, a que associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal.

Os libertados, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a Nova Cruzada e exortam todos os patriotas a uniram-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.

Os Libertados, pel’ A Nova Cruzada

RNC- Rede de Contactos e Informação da Nova Cruzada.

Todos os Libertados e empenhados na Nova Cruzada, podem participar nesta rede de contactos e informação.

Enviem vossos contactos (nome; mail; telf; morada) para o mail

novacruzada.nc@gmail.com

Grupo A Nova Cruzada fica aqui o link para se tornarem amigos : http://www.facebook.com/?ref=home#!/group.php?gid=123461501008014


COMUNICADO

A actual crise financeira nacional, exigiria uma postura exemplar do Governo e Administração Pública de contenção do despesismo do Estado.
O Programa de Estabilidade e Crescimento, é uma primeira exigência de sacrifícios aos portugueses, que afecta particularmente a classe média. Os primeiros sacrifícios pedem-se a quem tem menos responsabilidades pela situação de uma inaceitável dívida pública e pelo deficit das contas do Estado.
O Estado não dá qualquer sinal de contenção do seu sentido despesista.
Persiste-se na política das grandes obras públicas, particularmente em algumas de muito duvidoso interesse nacional e com efeitos muito limitados no desenvolvimento económico e na dinamização do mercado laboral. Em particular o TGV Lisboa – Madrid, novas auto-estradas e novas Pontes de travessia do Tejo.
O deficit das contas públicas só poderá ser alcançado com a redução drástica da despesa corrente do Estado, mas o Governo e a Oposição insistem em manter uma Administração Publica plena de desperdício e inoperacionalidade, com inúmeros apêndices de Fundações, Comissões e Organismos, cujo principal objectivo é o de manter clientelas partidárias bem remuneradas e toda uma rede de influência e promiscuidade entre a sociedade empresarial e o Estado.
O Estado está assim apenas a adiar soluções e a transmitir a toda a população um sentimento de revolta muito perigoso.
Nenhum dos graves problemas nacionais é encarado com seriedade e com uma postura de racionalidade pelos actuais partidos, que sustentam o regime e o sistema político.
– Não é encarada com rigor a contenção da dívida pública. Prossegue-se a ilusão de viver acima das possibilidades, gastando muito mais do que se produz.
– Não é encarada com rigor a contenção da dívida nacional geral.
– Não existe uma política consistente de contenção do deficit das contas e sobretudo de contenção da despesa corrente do Estado.
– Não são encarados os bloqueios ao desenvolvimento económico… Justiça; Educação e Competitividade.
Os actuais partidos dominantes do regime republicano estão assim a condenar Portugal a uma gravíssima situação de adiamento de soluções inevitáveis que só podem vir a ocasionar no futuro próximo uma revolta generalizada de consequências imprevisíveis.
A total dependência nacional perante o euro, associada a esta incapacidade de encarar com rigor a realidade, só pode vir a ocasionar a “ ditadura da matemática”, ou seja a imposição tardia de medidas radicais, impostas pela exigência do rigor das contas públicas e por medidas políticas de neutralização do descontentamento e revolta da população a quem foi sonegada a verdade.
Impõem-se assim este alerta público face à gravidade da situação e a reivindicação das responsabilidades deste regime e deste sistema político, que através da dominância de atitudes de provincianismo e de benefícios de mordomias dos seus políticos, estão a destruir todo um sonho dos portugueses e a assassinar a democracia.
Portugal recuperará o seu sentido histórico e encontrará de novo o seu projecto de futuro, pela libertação dos portugueses.
Quando voltarem a ser os portugueses a assumir o poder de decisão em Portugal.
Quando os portugueses voltarem a ter a liberdade de governar o seu país.

Comissão Coordenadora da Acção Monárquica.

INVERSÃO DE VALORES – CARTA DE UMA MÃE PARA OUTRA MÃE (ASSUNTO VERÍDICO).*Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1:

De mãe para mãe…

Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc… 
 
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.
A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família. 
 
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família. 
 
No próximo domingo, enquando você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores… 
 
Ah! Já me ia esquecendo: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas “Entidades” que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais “os meus direitos”. 
 
Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só…

Direitos humanos só deveriam ser para “humanos direitos” !!! 

 

 

Autora  desconhecida

 

 

Dom Duarte de Bragança já referiu várias vezes que o 25 de Abril de 1974 é a prova em como o 5 de Outubro de 1910 foi um fracasso.

Posso depreender que está na altura de haver o reverso do 5 de Outubro para ser reposta a verdade.

A república está cheia de traças, baratas, cobras, enguias, dinossauros, hienas, vampiros, sanguessugas, chupistas, mentirosos, hipócritas, oportunistas, corruptos e outros parecidos.

É urgente a mudança de regime.

Está na hora de ser restaurada a Monarquia.

Os Monárquicos, agora mais do que nunca, e porque agora é a hora, têm de se mostrar unidos, deixar as diversas facções e centrarem-se num único objectivo: devolver Portugal aos Portugueses, restaurando a Monarquia.

Uma das armas que está ao alcance de todos nós é a abstenção nas eleições para o Presidente da República. E até nem é difícil, é só não ir votar.

Se queremos uma Monarquia onde é que está a lógica de votarmos para um Presidente da República?

Agora é a nossa hora !!!!!

Vamo-nos abster nas eleições presidenciais. Será uma demonstração de força e de união.

Temos de mostrar ao resto do mundo que sabemos o que queremos!

Não queremos de certeza continuar com este estado de coisas a que a república nos deixou chegar.

Agora é a nossa hora !!! Não á república. Sim á Monarquia.

Viva Portugal !

Viva a Monarquia! 

Ana Vinagre

13-04-2010

Bom dia a todos e obrigada por estarem presentes no III Encontro da Acção Monárquica, desta vez aqui em Lisboa.

Primeiro que tudo convido-vos a ler a Petição para “ Uma Convenção Monárquica em 2010”, divulgá-la aos vossos Amigos e a assinarem-na se estiverem de acordo.

Acerca do Movimento das Mulheres Monárquicas, ele surgiu depois de uma reunião da Comissão Coordenadora da Acção Monárquica, realizada em Cascais.

Pretende-se com este Movimento:

1º – Unir as Mulheres em redor do ideal Monárquico

2º – Apoiar a Acção Monárquica em todas as actividades a realizar

3º – Ponderar sobre a urgência de mudança de regime, dado que a República, com apenas 100 anos está velha, gasta e sem futuro.

4º – Fazer chegar o ideal monárquico a todos os portugueses, através das mulheres aderentes ao Movimento.

5º – Fazer ver que é urgente e imprescindível a abstenção nas próximas eleições presidenciais.

6º – Colaborar com outros grupos monárquicos com o mesmo objectivo: devolver Portugal aos Portugueses e colocar um Rei no Trono.

7º – Despertar as Mulheres para os seus direitos fundamentais.

Preocupação sobre o estado de Portugal

 

Neste momento em Portugal podemos constatar que os Direitos da Mulher não estão a ser respeitados:

São penalizadas nos empregos quando engravidam

Não têm liberdade para ter os filhos que querem, devido á condicionante financeira

 Ganham na maior parte, salários inferiores aos dos seus colegas homens

São a maior percentagem dos desempregados,

Não se sentem seguras ao circularem por onde habitam,

As opiniões, muitas vezes, não são expressas devido a pressões externas,

São a maior parte no ensino superior mas depois não encontram emprego

A assistência médica é insuficiente, precária e discriminatória

Ainda são uma percentagem pouco significativa na vida política activa

Continuam a ser vítimas de maus tratos no ambiente familiar.

Os sucessivos governos, nada têm feito de efectivo, para mudar a situação, antes pelo contrário: continuam a encerrar empresas, aumentando o desemprego, a não ajudar, em condições, as famílias numerosas, fecham-se hospitais e centros de saúde, fecham-se escolas no interior de Portugal, os programas de ensino escolar estão desenquadrados da realidade tendo sido adulterada a história de Portugal, foram remodelados para os estudantes serem condicionados a pensar “republicanamente”, não há respeito para com os professores, não se apoia a produção nacional, criando uma excessiva dependência do exterior, só há preocupação com as grandes obras (novo aeroporto, TGV e outras do género). Convém também referir os desastres causados na sociedade, em especial: os actuais problemas de corrupção, o excesso de “jobs for the boys”, a distorção do conceito de Família, a morte lenta da produção nacional, criando uma excessiva dependência ao exterior.

Resumindo estes últimos governos só se têm preocupado com o “ Big is beautiful”, o que está definitivamente ultrapassado.

Influência social: passado, presente e projectos para o futuro Passado

 

Não me vou referir a todas as mulheres que desempenharam papéis de grande relevo desde a fundação da Nação. Era demasiada informação. Vou apenas referir algumas da Dinastia de Bragança.

D. Maria I: foi a primeira rainha reinante em Portugal. O seu primeiro acto como rainha, foi a demissão e exílio da corte do Marquês de Pombal, a quem nunca perdoara a forma brutal como tratou a família Távora. Rainha amante da paz, dedicada a obras sociais, concedeu asilo a numerosos aristocratas franceses fugidos ao Terror da Revolução Francesa (1789). O seu reinado foi de grande actividade legislativa, comercial e diplomática, na qual se pode destacar o tratado de comércio que assinou com a Rússia em 1789. Desenvolveu a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e a fundação de várias instituições, entre elas a Academia Real das Ciências de Lisboa e a Real Biblioteca Pública da Corte. No âmbito da assistência, fundou a Casa Pia de Lisboa. O Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio, tem o seu nome por ter sido inaugurado no seu dia de aniversário.

D. Estefânia, esposa de D. Pedro V: bela e instruída, D. Estefânia escreveu cartas íntimas à sua mãe em francês. Em uma delas, ela critica a alta sociedade portuguesa: “Os portugueses têm o sentido do luxo e da pompa, mas não o da dignidade”. Juntamente com o marido, Estefânia fundou diversos hospitais e instituições de caridade, o que lhe granjeou uma grande aura de popularidade entre os portugueses de todos os quadrantes políticos e sociais. O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, foi assim nomeado em sua honra.

D. Maria Pia, esposa de D. Luís I: mãe extremosa dos seus filhos e mulher atenta aos mais necessitados, tendo-se destacado pela sua solidariedade para com os parentes das vítimas do incêndio do Teatro Baquet, em 1888. Habituada aos luxos da corte de Turim, D. Maria Pia era amante da alta-costura e de festas, como bailes de máscaras. Manteve-se alheia aos assuntos políticos, excepto quando o Marechal Saldanha, que cercou o Palácio da Ajuda em 1870, obrigou o rei a nomeá-lo presidente do Conselho de Ministros.

Reza a lenda que D. Maria Pia teria exclamado ao Marechal:

Se eu fosse o Rei, mandava-o fuzilar!

D. Amélia, esposa de D Carlos I: como rainha, desempenhou um papel importante. Com sua elegância e carácter culto, influenciou a corte portuguesa. Interessada pela erradicação dos males da época, como a pobreza e a tuberculose, ela fundou dispensários, sanatórios, lactários populares, cozinhas económicas e creches. Todavia, suas obras mais conhecidas são as fundações do Instituto de Socorros a Náufragos (em 1892); do Museu dos Coches Reais (1905); do Instituto Pasteur em Portugal (Instituto Câmara Pestana); e da Assistência Nacional aos Tuberculosos. O regicídio de 1° de Fevereiro de 1908 lançou-a num profundo desgosto, do qual D. Amélia jamais se recuperou totalmente. Retirou-se então para o Palácio da Pena, em Sintra, não deixando porém de procurar apoiar, por todos os meios, o seu jovem filho, o rei D. Manuel II, no período em que se assistiu o degradar das instituições monárquicas. Encontrava-se justamente no Palácio da Pena, quando eclodiu a revolução de Outubro de 1910. Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo Salazar ofereceu-lhe asilo político em Portugal, mas D. Amélia permaneceu na França ocupada, com imunidade diplomática portuguesa. Após o fim da guerra, em 8 de Junho de 1945, regressou a Portugal, numa emocionante jornada, visitando o Santuário de Fátima e todos os lugares que lhe estavam ligados, com excepção de Vila Viçosa, apesar da grande afeição que sentia por esta vila alentejana. Foi madrinha de baptismo de Dom Duarte Pio de Bragança

Voltemos agora ao Presente

Infanta Dona Adelaide

A Infanta Dona Adelaide, é uma figura notável do século XX português. Nascida no exílio e nele tendo vivido três décadas, consiste num daqueles típicos casos de desprezo a que as instituições nacionais votam os nossos maiores. Fosse ela inglesa, americana ou alemã, seria um símbolo vivo e orgulho da sua nação. Durante a II Guerra Mundial, salvou vidas, tratou os atingidos e consolou as mágoas de muitos outros que de repente viram desaparecer as pessoas queridas. Colaborou com os grupos de oposição interna e por isso foi condenada à morte, acusada pela Gestapo de conspiração. Em Portugal, interessou-se pela protecção à infância, mães pobres, crianças abandonadas ou sem recursos, foram recolhidas, vestidas, alimentadas e educadas. Nunca pediu para si qualquer benefício ou reconhecimento oficial e entre os mais simples, sempre encontrou os pilares da sua obra. A Infanta Dona Adelaide tem hoje 98 anos e é uma Grande de Portugal. Os monárquicos de Portugal – sem qualquer dúvida os derradeiros patriotas -, receberiam como um sinal de reconciliação, o reconhecimento oficial desta Senhora que foi, uma verdadeira Princesa do Povo. Têm ultimamente surgido artigos e reportagens que procuram dar a conhecer a Portugal, uma vida plena de trabalho e dedicação à coisa pública.

D. Isabel de Bragança, casada com o herdeiro da coroa portuguesa, SAR Dom Duarte Pio, é, no entanto, uma mulher que faz questão de manter os gostos de sempre. Educada no Brasil, onde estudou Administração de Empresas. D. Isabel é conhecida pela simpatia, afabilidade, mas também pela alegria com que gosta de dançar. Outra actividade que D. Isabel não dispensa é montar a cavalo. Gosta de partilhar os passeios a cavalo com os filhos e o marido. Em casa, D. Isabel é uma mulher prática e veste a pele de mãe de três filhos. Apesar de ter ajudas profissionais nas actividades domésticas, sempre que pode gosta de entrar na cozinha, com o marido e os filhos, para juntos prepararem petiscos deliciosos, sobretudo bolos e sobremesas. D. Isabel é uma fiel admiradora da rainha Santa Isabel e é Grã-Mestra da Ordem Real de Santa Isabel. A ordem honorífica é uma obra exclusivamente feminina, que agracia quatro novas damas na festa da Rainha Santa Isabel, a 4 de Julho dos anos pares, em Coimbra. D. Isabel é patrona de várias instituições de caridade, a maioria voltada ao cuidado de crianças necessitadas e de pessoas vitimadas pela síndroma de Down. D.Isabel, para além das tarefas maternais, participa ainda no protocolo da casa de Bragança e da Causa Monárquica, bem como em eventos sociais ou caritativos. É também a administradora do património dos Braganças.

Projectos para o futuro

– Realização de “ Uma Convenção Monárquica em 2010”

– Continuação da divulgação aos Portugueses do objectivo Monárquico

– Entusiasmar os Portugueses com um projecto de mudança e de esperança, em que se preserve a Identidade, a Independência e a Soberania Nacional

 – Colaborar em complementaridade com todos e todas as organizações que tenham o mesmo objectivo

– Fomentar a abstenção nas eleições para a Presidência da República

– Voltar a Acreditar em Portugal

 – Devolver Portugal aos Portugueses

Um pensador disse: “ Uma grande jornada começa com um pequeno passo, mas cuidado com este passo: é o mais importante.”

O primeiro passo já nós demos!

Viva Portugal!

Viva a Casa Real Portuguesa!

Viva a Monarquia!

Ana Vinagre

27 de Março de 2010

 
SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA

Compete à Causa Real a coordenação, a nível nacional, do movimento monárquico, promovendo acções políticas, culturais, informativas, sociais, entre outras, tendo como objectivo principal a restauração da Monarquia em Portugal. Peço a todos os Monárquicos que se inscrevam nesta página da Causa Real no Facebook.

Os Discípulos de Cristo!

Na Bíblia, existe uma passagem que relata o descontentamento dos discípulos que estavam próximos de Cristo, muito incomodados com a presença e audácia de muitos outros homens que se auto-intitulavam seus discípulos, fazendo curas e expelindo demónios sem a autorização de Jesus. Os discípulos de Cristo, por não entenderem a legitimidade destes senhores, que queriam fazer o mesmo que eles, foram confrontar a Cristo denunciando o que estes homens faziam em seu nome. Cristo respondeu, que se não faziam nada contra Deus, então que os deixassem trabalhar; pois o trabalho é muito e poucos são os trabalhadores.

Esta é a postura correcta de um líder. Como tal, não se compreende a razão pela qual alguns consideram, que os movimentos e grupos independentes que visam a divulgação do Ideal Monárquico e promovem uma solução credível para Portugal, não têm legitimidade para o fazer.

Porque razão o Povo não pode de maneira espontânea acarinhar o seu Rei, sendo que a forma espontânea é a mais genuína e a única que mostra realmente sinceridade.

Esta passagem bíblica, não existe por acaso. Ela existe para nos dar o exemplo de como, em primeiro lugar, um líder deve decidir livremente o melhor para todos. O melhor para se divulgar a doutrina de Deus, é a quantidade maior possível de pessoas a trabalhar para esse fim, sabendo à partida que ninguém é perfeito nem isento de pecado para o fazer; logo, se somos todos pecadores, não existem pessoas que sofram de nulidade sobre esta questão, para serem preferenciais em detrimento de outras.

Esta mesma história quer demonstrar as próprias falhas e a falta de espiritualidade que os discípulos escolhidos por Cristo certamente não apresentavam, pelo menos até à sua morte! Os discípulos de Cristo andavam com Cristo, comiam com Cristo na mesma mesa, ouviam a palavra de Cristo, e faziam a obra de Cristo. Contudo nenhum dos discípulos era ainda realmente Cristão, porque realmente não tinham nascido de novo como assim Deus exige para se ser salvo.

O que é isto de se nascer de novo e o que é ser Cristão?

Os discípulos ouviam muitas das coisas que Cristo falava, mas não conseguiam entender e murmuravam entre eles, porque as coisas espirituais devem ser vistas de forma espiritual e não carnal. Como se justifica tal atitude dos discípulos, de quererem censurar homens livres que por Amor a Deus queriam também colaborar com a obra que eles faziam?

Os discípulos cometiam assim o pecado da soberba, da sua preponderância em ralação a outros, que Cristo não havia escolhido, mas sim a eles. Esta é claramente uma atitude de arrogância, que nada tem a ver com a espiritualidade exigida e a humildade esperada de quem se professa Cristão e seguidor de Cristo. A vaidade também se associa a este tipo de comportamento, o qual é meramente carnal e representa acções superficiais de quem espera servir a Deus. Quem se julgue Cristão, jamais deverá olhar para o seu semelhante como um Ser inferior, ou pôr de lado qualquer outra pessoa somente baseado na sua condição social ou financeira. Lembremo-nos de que Jesus perdoou Maria Madalena que tanto pecava, Jesus comia e era amigo dos pobres e desfavorecidos e dos que roubavam e cometiam toda e uma serie de pecados porque Cristo a ninguém julgava nem se julgava superior.

«Amai ao próximo como a vós mesmos.»

O único mandamento que Cristo nos deixou.

Este conceito, apesar de os discípulos pensarem que acreditavam e seguiam, era na realidade ignorado pelos mesmos de forma acentuada. Tudo o mais, apenas constou de um processo de aprendizagem, assimilado a todos os que quiseram aprender, pois tudo só fez sentido quando viram morrer O Filho do Criador, que derramava o sangue pelos seus próprios pecados.

A questão dos discípulos, aplica-se a muitos casos entre os monárquicos da nossa sociedade de hoje, onde reina a arrogância de quem não vê e não reconhece legitimidade a nenhuma outra identidade ou movimento, que não esteja directamente ligado à Causa Real, vendo nisso uma atitude de crime Lesa-Pátria. Impedem assim a obra de restaurar a Monarquia com o apoio do Povo, através das pessoas simples, não consagradas pela Causa Real, mas que são elas a ter todo o poder para levantar ou derrubar todo e qualquer regime politico, como sempre foi o Povo que levantou todo e qualquer Rei de Portugal!

Porque a veleidade e a vaidade de alguns, que por comerem e sentarem-se ao lado de Senhor Dom Duarte se sentem os mais importantes, impede que outros se levantem e queiram fazer isso e muito mais, não por uma pessoa mas pela Pátria, pela Nação que se encontra perdida, alienada e sem rumo, em direcção à pobreza e insolvência. Porque se dizem católicos e defensores de um sistema sobre o qual ainda não entenderam a sua orgânica, nem qual a maneira possível de se mostrar à Nação a solução credível para Portugal.

Porque impera a crueldade dos “Judas”, que ao quererem fazer bem acabam matando a Cristo, aplicando a censura de artigos e de comentários em páginas no Facebook que se auto-intitulam de “SAR”, mas que são dirigidas pelos “Judas”, sem que ninguém percebe se são oficiais ou oficiosas; pela constante obsessão de querer manipular e neutralizar todos aqueles, que humildemente do pouco que sabem e têm, querem ajudar e colaborar de forma espontânea com a Casa Real, não fazendo parte da sua inércia mas sim dando o seu contributo para uma dinâmica activa.

Porque será que se apela à adesão da página de “SAR”, mas todos os que lá deixam comentários de crítica ou de novas soluções, são apagados ou até mesmo retirados desta página?

Mas por acaso foi Cristo algum ditador? Ou não terá sido Deus quem lhes deu o livre arbítrio de decidir o que quer e o que cada um de nós quer fazer?

Porque não elogiar e até mesmo convidar todos aqueles que fazem actos positivos e espontâneos em prol da Monarquia e de Senhor Dom Duarte?

Porque não querem que os monárquicos leiam isto?

Por acaso queremos instalar a Monarquia, fazendo do Povo marionetas que apenas deverão aplaudir quando convidados e requisitados?

Porque pretendem uma Monarquia fechada em si mesmo, sem o líder a tomar a sua posição de Chefe Real e a dirigir-se ao Povo com toda a visibilidade que merece? Não deveria ser essa a estratégia de reconhecimento do Rei pelo seu Povo.

Por acaso escondeu-se Cristo do Povo e da sua missão?

Cristo morreu para que tivéssemos vida com abundância. Agora eu pergunto: será necessário que Portugal morra por completo como Nação para que a arrogância, a vaidade, o egoísmo, o snobismo e o elitismo, que ainda reina, possa dar lugar à simplicidade e à abertura da humildade ao Povo?

Como poderemos nós sonhar em mudanças, vivendo políticas desastrosas? Um país à beira da rotura social e económica e que faz o SAR? Esconde-se ou é escondido pelos seus discípulos…

Todas estas questões, requerem uma análise séria e de fundo, sobre a estrutura monárquica em vigor, no sentido da união para a realização de um sonho: – “Se cumprir Portugal!”

Que passe de um sonho a uma realidade.

Naturalmente que para isso é necessário que se nasça de novo, com novas politicas, novas visões e novas posturas.

Queremos uma Monarquia ou andamos a brincar aos monárquicos?

Todas as questões aqui apresentadas devem ser respondidas apenas e unicamente por uma pessoa: O Senhor Dom Duarte de Bragança, o único com direito e legitimidade para dar o seu parecer e a sua decisão final do que afinal pretende?

Portugal necessita de um Rei!

Aguardamos pois que Dom Duarte, e somente ele, venha e que nos responda a estas questões.

Viva Portugal! Viva o rei!

Patrícia Vieira

Lisboa, 14 de Março de 2010