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Archive for Fevereiro, 2010

                                                                                                                                                                                                                                 Solidários na entreajuda que deve mobilizar os portugueses, face à tragédia da Madeira, os monárquicos reunidos em Coimbra, exprimem o seu sentimento de luto e apelam à solidariedade nacional para com os dramas humanos e familiares que a grave situação criou.

Também expressam o seu inequívoco apoio à Manifestação de Apoio à Família e ao Casamento, que se realizou em Lisboa e apelam à mobilização indispensável de todos para a defesa dos valores e pilares essências da sociedade portuguesa.

Esta jornada de reflexão monárquica analisou o actual momento político e social nacional, tornando pública a presente síntese conclusiva:

– Portugal vive actualmente uma crise social, económica, financeira e de identidade nacional, sem precedentes históricos, a que o sistema e o regime político, não consegue dar resposta adequada, originando uma generalizada descrença, alheamento, resignação e desanimo nacional, que impossibilita a motivação necessária à recuperação nacional.

– Esta situação alarmante, representa uma sujeição a obrigatoriedades de decisões políticas e financeiras, que nos serão impostas do exterior e que irão afectar gravemente a qualidade de vida actual, comprometer o nosso futuro e limitar a liberdade dos portugueses de decidirem por si próprios, o seu destino e o seu futuro.

– Considera-se assim que a responsabilidade de toda esta situação, que está a colocar em causa a essência da democracia, é o resultado de um regime que se reduziu a uma Oligarquia de alguns partidos dominantes e que se auto limitou na sua capacidade de regeneração.

– Este sufoco dos partidos dominantes, que pretendem controlar toda a sociedade, caracterizada pela promiscuidade entre poderes, entre a política e a economia, também por uma irresponsabilidade dos governantes e a uma sujeição dos portugueses a obrigações, sacrifícios e a limitações da sua liberdade, representa uma manifesta incapacidade de assumir um projecto de salvaguarda da nossa soberania, de encontro de desígnios futuros e uma adulteração do sonho de liberdade e bem estar.

–  Uma agonia de um regime, em que já nem o idealismo republicano, que agora se tenta exprimir através de candidaturas autónomas e independentes à Presidência da República, terá condições de afirmação, quer pela dominância dos partidos que delas se apropriarão, quer pela sua capacidade propagandística que as destruirão.

– Reafirma assim a Acção Monárquica, o objectivo monárquico, como a verdadeira mensagem de esperança nacional. Como mensagem unificadora dos portugueses, que induzirá ao renascimento da vontade de todo um povo, em volta de projectos nacionais e que viabilizem o seu futuro.

 Como garantia da liberdade individual, da democracia política, da estabilidade institucional e da independência nacional.

– Renova-se ainda o apelo publico para a afirmação dos monárquicos portugueses, numa manifestação de sua vontade e empenhamento por Portugal, a que se realize a Convenção Monárquica 2010 e à subscrição pública da Petição – Convenção Monárquica 2010.

http://www.facebook.com/l/3f166;www.peticao.com.pt/convencao-monarquica

Só o Rei é Livre e livres seremos todos nós.

Coimbra 20 de Fevereiro de 2010

Comissão Coordenadora da Acção Monárquica

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Será que o Rei vai nu ??

 Devem lembrar-se certamente desta história para crianças, onde um rei era tão vaidoso que um alfaiate chico esperto o convenceu a ir desfilar com um fato que só os inteligentes conseguiam ver. Claro que como o rei pensava que era inteligente, achou que tinha vestido o fato mais bonito do mundo.

No nosso país o Rei não vai nu. Quem está nu no nosso país é a maior parte da classe política. Pensam que vivendo em partidocracia podem usar e abusar da paciência de todos nós, os contribuintes. Todos os dias há notícias de corrupção, sim não lhe podemos dar outro nome, ao mais alto nível. E claro que estamos literalmente FARTOS. É urgente a mudança.

Temos de colocar no Trono quem nos possa defender: um Rei, no nosso caso o Sr Dom Duarte de Bragança. Um Rei é imparcial, defende a tradição, o que é português, a cultura de um povo, o nosso património, o espírito de Família, as nossas fronteiras, a Lusofonia. É educado para ser REI, não é educado/formado a correr em novas oportunidades.

 Como vamos fazer a transição para a Monarquia? Temos de criar uma base de sustentação, ou seja, o povo tem de ser chamado a dizer que é monárquico no mais íntimo do seu ser e para isso temos de tentar passar a mensagem de que a monarquia não é só para os ricos, mas sim para todos os Portugueses que amam Portugal e estão fartos destes abusos sucessivos, governo atrás de governo.

 Já há muitos portugueses unidos na vontade de mudança, muitos portugueses que defendem o ideal monárquico. Mas ainda somos poucos…….. Junta-te a nós e fala com os teus amigos, colegas, vizinhos. Todos juntos ainda seremos poucos, pois temos de fazer uma mudança que não vai ser fácil dado que vai acabar com os benefícios astronómicos de muita gente.

 Porém temos uma certeza: o nosso Rei não vai nu, nem se deixa enganar por alfaiates que só querem é o seu próprio lucro.

Viva Portugal

Viva O Rei

Ana Vinagre

10/02/2010

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