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Pode parecer uma grande contradição mas infelizmente é o que podemos constatar.

 Quer queiramos, quer não, vivemos numa sociedade em que o dinheiro e o protagonismo são mais importantes do que os ideais e convicções de cada um. Se fulano de tal pode ter um tacho, estando ligado ao partido A ou B porque é que se vai dar ao trabalho de recusar só para ser fiel aos seus princípios Monárquicos?

Nem sei como, mas até consegue dormir descansado, pois ao fim do mês chega o avultado pagamento que o liberta dos ataques, poucos certamente, da sua consciência.

Se outro fulano consegue ter protagonismo num papel importante em política, porque é que o vai recusar?

Se um fulano, supostamente monárquico, é convidado a candidatar-se á Presidência da República e aceita, qual será a razão?

Se um fulano, ligado directamente á Causa Real, apoia um candidato á presidência do partido X, será porquê?

Se fulanos ligados às Reais Associações concorrem nas eleições autárquicas isso é para quê?

Muitos mais casos haverá de certeza.

Mas na minha simplicidade ou se é carne ou peixe.

É urgente que esses fulanos assumam perante o povo Português que são Monárquicos e que com o seu exemplo vivo o consigam transmitir.

Os Monárquicos têm de se assumir como simplesmente Monárquicos!

O pretendente ao trono, SAR Dom Duarte Pio, tem de dizer:” Eu estou aqui, contem Comigo! ”

Portugal tem de voltar a ser dos Portugueses!

Viva Portugal!!!!!!!!!!!!!

Ana Vinagre

14-03-2010

Quando os Monárquicos ainda não eram dependentes:

Posições DO DUQUE DE BRAGANÇA

Os Monárquicos desejam:

– Um posicionamento de oposição ao regime vigente por parte do Duque de Bragança, através de declarações expressas do seu desejo de mudança do regime.

– O apoio do Duque de Bragança à estratégia preconizada pelos Monárquicos.

 Nota:

 1) Ressalta como evidente, a exigência, para com a convicção de D. Duarte e para com uma atitude Sua activa e permanente de oposição.

2) Também que a estratégia é definida pelos Monárquicos e que D. Duarte a deve apoiar.

Quando os Monárquicos ainda não estavam dominados pela doutrina unicitária/corporativa.

OUTRAS FORMAS DE PARTICIPAÇÃO DOS MONÁRQUICOS

 Independentemente da sua maior ou menor envolvência na estratégia comum através das Reais Associações e sua Federação, grande parte dos monárquicos manterá outras actividades, sobre a forma de intervenção política, divulgação doutrinária ou outras. Estas actividades poderão caso a caso ser desenvolvidas quer individualmente, quer através de organizações políticas, eventualmente monárquicas, ou ainda pela via da publicação. Deseja-se que as organizações ou publicações de índole monárquica desenvolvam a sua intervenção dentro dos princípios estabelecidos como estratégia monárquica comum. Deseja-se também que cada um dos monárquicos pessoalmente, na sua actuação, haja em consonância com a estratégia monárquica. Pretende-se assim obter um aproveitamento integral de todos os esforços e de todas a potencialidades existentes.

 Nota : Não há ainda qualquer noção limitadora nem da independência da acção de cada monárquico, nem de limitação à sua escolha de actuação individual ou colectiva.

1) As Reais Associações assumem-se como organizações dinamizadoras e não como controladoras ou inibidoras.

 2) É reconhecida a grande vantagem da complementaridade da acção monárquica.

 3) É reconhecida a participação de todos na definição da estratégia monárquica e portanto não há o conceito de exclusividade, nem de dominância.

Retirado do blog da Acção Monárquica, aqui fica o convite para o III Encontro da Acção Monárquica, desta vez a realizar-se em Lisboa

Conforme delineado no Encontro de Coimbra realizado em Fevereiro, e depois de debatido e aprovado em reunião regular da Comissão Coordenadora da Acção Monárquica no dia 6 último, realizar-se-à no próximo dia 27 de Março de 2010, pelas 11h00, o III Encontro da Acção Monárquica, a realizar no Hotel AC, em Lisboa.

Para este encontro estão convidados todos os portugueses em geral, e em particular os monárquicos que perfilhem do nosso ideal já amplamente explicitado – tanto neste nosso blogue como na página do Facebook (à qual podem aceder directamente a partir deste blogue, clicando na imagem do nosso logótipo no Facebook colocada na coluna do lado direito) – e consubstanciado no nosso inequívoco apoio à Casa Real Portuguesa e ao seu legítimo chefe o Senhor Dom Duarte Pio Duque de Bragança.

Na premissa de sermos uma organização não estruturada, formada por elementos monárquicos e activos na Causa suprema de defesa da reinstauração da Monarquia em Portugal, é nossa pretensão nestes Encontros, alheios a posturas de confrontação comezinha, fazer confluir todas as sensibilidades monárquicas, já organizadas e estruturadas ou em nome individual, em torno de um objectivo único comum: a consciencialização das populações no ideal monárquico e a reinstauração da Monarquia em Portugal com o apoio à Casa Real Portuguesa.

Exortamos a que os portugueses conscientes da necessária mudança a operar no regime político do país e em particular os monárquicos, se inscrevam neste evento. Será pela consolidação da nossa posição e no congregar dos nossos esforços, que melhor poderemos servir Portugal.

Oportunamente será noticiada a ordem de trabalhos, bem como a publicação de textos de reflexão presentes no Encontro, à semelhança do verificado no anterior.

Por Portugal.

Pela Casa Real Portuguesa.

A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica

Assine e divulgue a petição por uma Convenção Monárquica:
http://www.peticao.com.pt/convencao-monarquica

 

III Encontro da Acção Monárquica

Hotel AC Lisboa

Largo Andaluz, 13 B Complexo Sottomayor

(perto do Marquês de Pombal)

Início: 11 Horas

Almoço no hotel

Hora final prevista: 18 Horas

Custo por pessoa de 25€

Contactos para inscrição:

Luiz Andrino – luizandrino@gmail.com

José Andrade – jjlm.andrade@gmail.com

 

http://blogaccaomonarquica.wordpress.com/

Journée de la femme le 8 mars

 Et Dieu créa la femme Femme fragile et forte à la fois Son sourire sa volonté nous donne du courage Femme conquérante, aimante et protectrice La femme a un rôle d’initiatrice ’éducatrice, La femme a le don de donner la vie, Enfin, elle est porteuse d’un amour universel, Oui ! la femme est sans aucun doute L’avenir de l’homme !

Dedico em meu nome pessoal e do Movimento das Mulheres Monárquicas um Feliz dia da Mulher em primeiro lugar a D. Isabel, Duquesa de Bragança, exemplo de virtude a todas as mulheres portuguesas, como também, a todas as mães, filhas, avós, netas e mulheres Monárquicas de Portugal.

Apelo aos homens que são filhos, esposos, netos, namorados ou simplesmente amigos que pensem nas mulheres da vossa vida com carinho e que amanhã ofereçam uma flor.

CONVIDO SAR D. Isabel, a aceitar o convite que aqui faço publicamente a si na esperança que ADIRA ao Movimento Mulheres Monárquicas, página do Facebook.

 Seria uma honra e de relevante importância  ter SAR Dona Isabel a participar activamente nesta página como líder e exemplo a seguir por todas as mulheres portuguesas monárquicas.

De, SAR com os meus mais respeitos cumprimentos,

 Patricia Vieira

Movimento das Mulheres Monárquicas

Aproxima-se 2011, ano de eleições presidenciais.

Por muito que possam simpatizar com este ou aquele candidato é urgente que não votem em nenhum.

E porquê? Perguntam-me

È muito fácil a resposta e clara como água: se somos Monárquicos é porque queremos que o nosso representante seja um Rei e não um Presidente.

Perante isto nada mais tenho a acrescentar a não ser que tudo o mais são más desculpas para quem simplesmente não quer agir na transição para a Monarquia.

Temos de mostrar a todos os Portugueses, á Europa e ao resto do Mundo que já estamos fartos e isso só será levado a sério se a abstenção for superior a 51%. Claro que se for maior, melhor.

Vamos devolver Portugal aos Portugueses.

Viva Portugal!

Ana Vinagre

08-03-2010

Esta República parece uma carroça vazia, nada lá dentro e uma barulheira que não se aguenta.

Está falida, corrupta, tomada de assalto pelos partidos que nada fazem em defesa do povo, mas somente em defesa do seu próprio umbigo.

São subsídios atrás de subsídios sabe-se lá para quê e para quem.

Descuram a agricultura, a pesca, os produtos tradicionais, a língua, as tradições populares.

Deturpa-se ou esquece-se a História deste País, fundado em 1143.

Vivemos num país em que o que importa é “ter” e não “ser”.

 Os portugueses estão cansados de não terem emprego, de pagarem impostos demasiado altos, de terem uma assistência á saúde miserável, por não haver boas escolas com bons programas de ensino.

O que se ensina hoje em dia tem o cunho republicano para não dar hipótese aos jovens de poderem pensar que há alternativas.

Estamos fartos de assaltos, realizados muitas vezes por pessoas que cá estão devido á má abertura das fronteiras.

Estamos fartos de trabalhar um mês inteiro (quem ainda tem essa sorte) para recebermos o nosso ordenado ao passo que milhares de pessoas passam o mês inteiro a fazer sabe-se lá o quê e depois têm direito ao rendimento mínimo.

Estamos fartos de gestores que só o são porque pertencem ao partido certo.

Estamos fartos do fosso entre os mais ricos e os mais pobres estar a crescer cada vez mais.

Os nossos políticos só se preocupam em ficar bem na fotografia da Europa, mas infelizmente já nem isso estão a conseguir.

Estamos fartos de patrões que abusam de nós, que nos dizem como tipo chantagem que ainda nos pagam o ordenado a tempo todos os meses. (como se não o merecêssemos).

Estamos fartos de estarmos fartos e cansados de estarmos fartos.

 E por estes motivos todos e mais alguns, os monárquicos não devem votar na eleição para Presidente da República.

 A abstenção tem de ser superior a 51 % para mostrarmos a Portugal e ao resto do Mundo que não queremos viver numa República.

 Ana Vinagre

07-03-2010

Na sua reunião ordinária, a Comissão Coordenadora representada por todos os Movimentos e Núcleos Monárquicos que integram o Movimento da Acção Monárquica, analisaram o actual momento político nacional e dessa reflexão entendeu-se tornar público os pontos seguintes:

 1- A manifesta incapacidade de protagonizar um projecto nacional, a cedência sistemática para com os interesses externos e a promiscuidade cada vez mais evidente entre os diversos poderes constitucionais e destes com os interesses económicos e empresariais, originou uma progressiva descrença da população portuguesa, a quem vão ser pedidos grandes sacrifícios, que irá acentuar a revolta ou a resignação e a cada vez maior clarificação, de que estamos perante a própria falência do regime republicano.

 2- Esta situação que pode assumir o carácter de explosiva, é uma consequência da Oligarquia partidária, em que se asfixiou a democracia portuguesa, que por esse facto, exige dos portugueses generosos e patriotas, a determinação indispensável para uma mudança de ruptura radical com o regime republicano e o seu empenhamento na afirmação da alternativa monárquica, como a verdadeira solução para recuperar Portugal.

 3- Assim, exortamos todos os monárquicos portugueses à sua participação nas organizações monárquicas e à sua colaboração perante as propostas de afirmação da mensagem monárquica, em particular ao apelo para a realização da Convenção Monárquica de 2010.

 4- Se o momento político é de grande preocupação, ele também é a oportunidade de afirmação e de atitude, os momentos históricos não esperam por ninguém, muito menos pelas hesitações e Portugal precisa dos portugueses patriotas nesta hora de grave crise.

5- Essa afirmação monárquica passa desde logo pela coerência, e atendendo às tentativas de manipulação que tentam confundir muitos monárquicos, é essencial a exigência dessa atitude de coerência monárquica, que nunca poderá passar pelo apoio a uma candidatura presidencial e também pelo voto nessas eleições.

6- A coerência passa também pelo acreditar nas nossas convicções e pela obrigação de cada um de nós de lutar por Portugal. Passa pela exigência de uma atitude de protagonismo e liderança para com a Casa Real Portuguesa, a todos os seus membros e a seu Chefe, D. Duarte de Bragança.

 7- O momento que atravessamos, já não é compatível, com promessas, discursos e apelos vagos, mas sim por atitudes firmes e consistentes, pois temos de transmitir a mensagem de esperança aos portugueses e recuperar a sua motivação por Portugal. Por isso continuará a Acção Monárquica, com o seu programa de mobilização nacional, através de reuniões por todo o país, sendo de particular importância o Encontro Monárquico de Lisboa que terá lugar no próximo dia 27, do presente mês.

 A Comissão Coordenadora da Acção Monárquica Reunida em Almeirim a 6 de Março de 2010.

 Assine e divulgue a Petição – Apelo para a realização da Convenção Monárquica 2010

 http://www.peticao.com.pt/convencao-monarquica